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Segurança

Golpe do boleto falso: como saber se a guia que você recebeu é verdadeira

Empresário verificando a autenticidade de um boleto antes de pagar

Chega um e-mail com o logo certo, o CNPJ certo, o endereço certo — e um boleto que, se você pagar, vai direto para a conta de outra pessoa. O golpe do boleto falso não é novo, mas continua funcionando porque é bem feito.

Como o golpe normalmente chega

O mais comum é um e-mail ou mensagem se passando por "Contabilidade Administrativa", pela Receita Federal ou até pelo próprio contador da empresa, cobrando uma guia — DAS, DARF, taxa de licenciamento — com todos os dados reais da empresa. Os golpistas não precisam adivinhar nada: os dados de CNPJ e endereço são públicos, e é só isso que precisam para tornar o boleto convincente.

Por que o "olhar rápido" não protege ninguém

Boletos falsos costumam ter o código de barras e a linha digitável corretos até certo ponto, mudando apenas os dígitos do banco recebedor ou da conta de destino — algo que ninguém percebe olhando visualmente. O golpe não depende de o boleto parecer falso. Depende de a vítima confiar que "veio com os dados certos, então deve ser real".

O que realmente evita o prejuízo

Não é decorar como identificar um boleto falso — os golpes mudam de formato o tempo todo. O que evita o prejuízo é um hábito simples: nenhuma guia deveria ser paga sem antes ser confirmada com o setor responsável pela sua contabilidade. Isso vale mesmo quando o e-mail parece ter vindo de dentro do próprio escritório.

A gente avisa antes. Toda vez que um novo formato de golpe começa a circular, os clientes da Informe sabem antes de receber o e-mail.

O que a Informe faz diferente aqui

Nenhuma guia legítima da sua empresa chega sem que o Setor Fiscal da Informe já saiba dela. Se você recebeu uma cobrança e não tem certeza se é real, o caminho mais seguro é sempre confirmar direto com a gente antes de pagar qualquer coisa.

Recebeu uma guia ou boleto e não tem certeza se é legítimo?

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